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#mãosdadas

De mãos atadas: a tradução da linguagem mágica de nossos corpos e almas na ponta dos dedos

Dar as mãos – ritual não recomendado aleatoriamente durante a pandemia – é um dos gestos humanos mais simbólicos para materializar conexão. Mais do que beijos e abraços, do que olhares e carinhos diversos, as mãos dadas provam que fazemos parte, que continuamos no outro, formando um elo que lembra o símbolo do infinito. Mãos dadas não funcionam apenas para conduzir, ajudar a levantar ou prevenir quedas, apesar de trabalharem muito bem nessas funções. Quando a intenção é boa promovem troca de energia, uma verdadeira ligação direta de positividade. Atadas, evidenciam vínculos e nos mantêm ao lado, seguindo na mesma passada e na mesma direção, gerando retroalimentação, como em um moto-contínuo. Damos as mãos com o objetivo de firmar acordos, parabenizar por feitos, demonstrar união, aquela que faz a força. É como se as mãos praticassem uma espécie de comunicação própria: em cumprimentos, por exemplo, temos as pegadas firmes e aquelas com falta de intensidade, passando pela mão que permanece estendida e humilhada ao não encontrar reciprocidade na saudação proposta. Amor feito à mão Para os casais, dedos entrelaçados em público guardam um simbolismo quase inocente, deixando claro o orgulho de pertencer a alguém por livre e espontânea vontade. Não ... Leia Mais