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Oi, prazer, sou a Wal.

Tudo bem?

Nasci Waldely, mas por uma questão de praticidade fonética adotei (ou adotaram) o Wal bem cedo. Sou paulistana (apesar de acreditar que Montevideo, no Uruguay, é minha terra natal e que fui sequestrada na maternidade). Nasci no ano do A1-5, escorpiana, professora de educação infantil, jornalista, profissional de comunicação corporativa e escritora desde que me conheço por gente.
Escrevo sobre coisas tristes, alegres, melancólicas, divertidas e distraídas. E não vejo incoerência nenhuma nisso. Porque trazemos todos esses “eus” dentro da gente e, de vez em quando, vale a pena reunir a turma para colocar ordem no barraco.
Sou louca por amarelo e por jaca, que nem todo mundo. Entre campo e cidade, vou para a praia.
Encaro uma barata na boa, mas tenho medo de gente boazinha. Prefiro aquelas com lado A e B mais aparentes.
Casei avisando o eleitorado que ser mãe não estava nos planos e sim: adoro criança. É que acontece um fenômeno depois do parto, que a ciência ainda não resolveu: passados uns oito anos, a criança desaparece por completo.
Nada eclética para música: Chico Buarque é minha religião, queria reencarnar no apartamento da Nara Leão para conviver com o povo da Bossa Nova e meu time – além do São Paulo – é MPB Futebol Clube. E não: não entendo lhufas de música estrangeira e nem de sertanejo. Sei mais ou menos quem foram os Beatles e gosto um pouco de Elton John e de mais uma meia dúzia de latinos. Mas não trocaria nenhum desses por um sarau com o povo do Clube da Esquina.
Faço piadas quando estou nervosa e sou preconceituosa com gente que não sorri e não dá bom dia.
Já militei por muitas causas e não me arrependo: as causas estavam certas. Era a bandeira que estava errada.
Coleciono livros, amigos e viagens,  não propriamente nessa ordem. E nem precisa pedir minha opinião porque eu vou te dizer de qualquer jeito.

Voltem sempre!